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Interpretação que conecta pessoas

O intérprete de conferência permite que as pessoas de diferentes idiomas se comuniquem de forma clara e eficiente em congressos, reuniões, eventos e negociações.

Na APIC, os profissionais associados seguem elevados padrões de qualidade, ética e aperfeiçoamento contínuo, oferecendo segurança e excelência em cada interpretação.

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Na última segunda-feira, foi aberta, na Biblioteca Nacional de Brasília, a exposição “1 Julgamento, 4 Línguas – Os pioneiros da interpretação simultânea em Nuremberg”, que marca os 80 anos do Julgamento de Nuremberg, um marco histórico tanto para a justiça internacional quanto para a consolidação dos direitos humanos. A exposição é realizada em parceria entre […]

A Declaração apresenta orientações e posicionamentos sobre a aplicação da Inteligência Artificial no área da interpretação de conferências, esclarece seu status atual e reafirma o protagonismo do intérprete humano. O documento também traz recomendações direcionadas aos clientes e reafirma o compromisso dos intérpretes da APIC.

Neste mês de abril tomou posse a nova diretoria da APIC para o biênio 2025-2026: Presidente: Marsel de Souza 1º Vice Presidente: Tiago Coimbra 2ª Vice Presidente: Simone Troula 1º Secretário: Daniel Veloso 2ª Secretária: Alicia de Choc Asseo Tesoureira: Marília Aranha A coincidência deste primeiro ano da nova gestão com o 80º aniversário do […]

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Intérpretes de Conferência

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Associação Profissional de Intérpretes de Conferência.
  • A infância é marcada pelo desejo constante de descobrir como as coisas funcionam, de fazer perguntas sem medo (e sem parar!) e de se encantar com o novo a todo instante. 

Na cabine de interpretação, essa chama nunca se apaga.

#APIC #MêsDasCrianças #VidaDeIntérprete #InterpretaçãoDeConferências
  • Uma descoberta recente confirmou o que a intuição e a prática já nos mostravam: escrever à mão ativa conexões neurais muito mais complexas e benéficas para o cérebro do que digitar.

Estudos conduzidos por pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega (NTNU) revelaram que o ato de deslizar a caneta pelo papel aciona padrões de conectividade neural em larga escala. Quando escrevemos, o cérebro integra áreas visuais, motoras e de memória de forma simultânea. Essa sinfonia de impulsos elétricos não apenas consolida o aprendizado, mas atua diretamente na saúde mental e na regulação emocional.

Abaixo estão os principais motivos pelos quais a escrita é vital para a mente:

O movimento sensório-motor fino necessário para desenhar cada letra individualmente exige atenção do cérebro. Diferente da digitação — que envolve um toque mecânico e repetitivo em teclas idênticas —, a escrita à mão cria traços de memória únicos, estimulando a neuroplasticidade.

O ritmo da caneta é naturalmente mais lento do que a velocidade dos nossos pensamentos ou do teclado. Essa "desaceleração forçada" acalma o sistema nervoso, permitindo que a mente processe sentimentos complexos e elabore ideias caóticas com maior clareza.

Trocar o ambiente digital pelo papel oferece uma pausa imediata do estímulo constante das telas, notificações e luz azul. Esse momento de presença tátil atua como uma âncora de mindfulness, reduzindo a ansiedade e o estresse.

A conectividade cerebral gerada ao escrever à mão prepara a mente para reter informações por mais tempo e resolver problemas com maior criatividade, funcionando como um exercício ativo de fortalecimento cognitivo.

Enquanto a digitação serve para a agilidade e a produtividade no trabalho, a escrita à mão continua sendo o caminho mais eficiente para a introspecção, a aprendizagem profunda e o equilíbrio mental.

fonte: https://oglobo.globo.com/
  • O papel de um intérprete é crucial em diversas situações, facilitando a comunicação entre pessoas que falam línguas diferentes. No entanto, quando essa responsabilidade recai sobre os filhos de pais imigrantes, a situação se torna complexa e delicada. Muitas vezes, as crianças se veem em uma posição adulta, tendo que lidar com assuntos sérios e complexos que ultrapassam sua compreensão e a maturidade. (Lembra quando a gente divulgou o documentário “Translators” por aqui? Trata desse tema e está disponível no YouTube).

A infância é uma fase delicada e crucial na vida de qualquer indivíduo. Nesse período, há constante desenvolvimento físico, emocional e cognitivo, com absorção de informações e experiências que vão determinar a personalidade e visão de mundo.

Quando uma criança atua como intérprete em situações que envolvem temas sensíveis, o peso dessa responsabilidade pode ser ainda maior. A exposição a situações traumáticas ou perturbadoras pode ter um impacto significativo na saúde mental e bem-estar emocional da criança-intérprete.

É importante que a criança se sinta segura e amparada, e que tenha espaço para expressar suas emoções e dúvidas.

Além disso, é essencial que os adultos envolvidos tenham consciência do impacto que a interpretação pode ter na vida da criança e busquem alternativas para protegê-la.

O impacto emocional e psicológico

- O peso da responsabilidade pela comunicação da família pode gerar estresse e ansiedade nas crianças.

- Assuntos como saúde, finanças e questões jurídicas podem ser complexos e difíceis de entender, mesmo para adultos. As crianças podem ter dificuldade em processar essas informações e transmiti-las de forma precisa.

- A necessidade de atuar como intérprete pode limitar a participação da criança em atividades sociais e escolares, pois ela precisa estar sempre disponível para ajudar a família.

- Os filhos podem se sentir divididos entre os pais e os outros membros da família, buscando equilibrar as necessidades de todos.

- O estresse e a ansiedade causados por essa situação podem levar a problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade.

- A sobrecarga de responsabilidades pode afetar o desempenho escolar.
  • Como explicar a mágica da nossa profissão para os pequenos? 

No Mês das Crianças, a gente parou para pensar: se você tivesse que explicar o que faz um intérprete de conferência para uma criança, como seria? E mais: como você apresentaria esse universo para despertar o encanto de quem está descobrindo o mundo?

Poderíamos dizer que ser intérprete é quase como ter um superpoder de camaleão! 

É a chance de viajar por muitos lugares, conhecer pessoas do mundo inteiro e, o mais fascinante de tudo, "brincar" de ter dezenas de profissões diferentes:

- Num dia, você veste a mente de um médico e ajuda a salvar vidas ao conectar grandes cientistas.

- No outro, vira um engenheiro descobrindo como se constroem pontes e foguetes.

- Na semana seguinte, é a voz de um atleta campeão, de um escritor famoso ou até de um chef de cozinha!

Ser intérprete é viver com a curiosidade de uma criança para sempre, descobrindo como o mundo funciona por dentro a cada novo evento. Será que tem algum pequeno por aí que, ao ver esse "superpoder" em ação, também já sonhou em subir na cabine quando crescer?

#Interpretação #Intérprete #ProfissãoIntérprete 
  • Hoje, 30 de setembro, é o Dia do Tradutor e Intérprete e também dia da nossa última sequência de vídeos para esta celebração!

Entre a preparação de glossários, a correria dos bastidores e a concentração absoluta no microfone, existe uma fagulha que nunca se apaga. Amamos ser intérpretes porque o nosso trabalho vai além de traduzir palavras: nós viabilizamos o encontro, a empatia e o avanço da sociedade em tempo real. Neste mês do Tradutor e Intérprete, celebramos:

- A emoção de testemunhar a história sendo escrita e as ideias sendo compartilhadas ao vivo.

- A paixão por uma rotina onde nenhum dia é igual ao outro e o aprendizado é constante.

- O orgulho de saber que, por trás de cada grande acordo, conferência ou descoberta, existe a nossa voz garantindo que todos se compreendam.

- A força da APIC e de cada colega que divide a cabine, o café e os desafios da nossa jornada.

Aos nossos associados, parceiros e colegas de profissão: obrigado por darem voz a esse sentimento todos os dias! 💙

#APIC #MêsDoIntérprete #PorQueAmamosSerIntérpretes
  • A jornada na cabine exige estudo incansável, concentração absoluta e um controle emocional à prova de surpresas. Mas há momentos em que todo esse esforço se traduz em algo simples e inestimável: a gratidão genuína de quem nos ouve.

Neste penúltimo episódio da nossa série, falamos sobre um dos lados mais gratificantes da nossa caminhada. Amamos ser intérpretes porque o reconhecimento pelo nosso trabalho nos lembra, todos os dias, de que o nosso papel é transformador.

#APIC #InterpretaçãoDeConferências #MêsDoTradutorEIntérprete #IntérpretesDeConferência
  • Chegamos ao quarto episódio da nossa série especial e constatamos que a vida de intérprete de conferências é movida por uma paixão profunda: o privilégio de conectar mundos.

Neste Mês do Tradutor e do Intérprete, celebramos a nossa trajetória e o orgulho enorme de fazer parte desta profissão.

Deixe o seu relato nos comentários e celebre essa paixão com a gente! 👇
  • No mês em que celebramos o Dia do Intérprete, nada melhor do que nos vermos na tela! A dica de hoje vem da querida Beatriz Velloso, que selecionou um documentário fundamental para quem ama a arte e a ciência da tradução simultânea. 

“Um intérprete fumando dentro da cabine, enquanto traduz: foi essa a cena que mais me chamou a atenção neste maravilhoso curta-metragem de 1968 sobre o trabalho dos colegas de profissão na Comissão Europeia.

Este filme de 18 minutos é um documento histórico sobre o nosso ofício, e sobre um tempo muito diferente do atual. Um tempo em que as cabines tinham cinzeiros, em que a C.I. (central do intérprete) era quase do tamanho de um painel de carro, em que as roupas eram bem mais coloridas – e os cabelos tinham bem mais laquê. Um tempo em que a edição das cenas seguia uma cadência mais calma e profunda do que os cortes vertiginosos das redes sociais.

Que interessante ver, no meio desse documentário com jeitão experimental, os clipes dos intérpretes pioneiros, interpretando em Nuremberg o julgamento dos líderes nazistas, nos idos de 1945.

Que gostoso ouvir aquela polifonia de vozes e idiomas que faz qualquer intérprete profissional se sentir em casa.

Que elegância ver o design das luminárias vermelhas dentro da cabine, ou das famosas cadeiras da Série 7, projetadas pelo dinamarquês Arne Jacobsen, trazendo beleza para a sisuda sala de conferências.

Que divertido ver as legendas automáticas do YouTube tentando, em vão, acompanhar a constante troca entre francês, inglês, alemão, holandês, italiano – e fazendo uma lambança danada.

Que premonitório ver diplomatas discutindo, já naquela época, a possibilidade da tradução por máquina.

E que linda a metáfora entre um intérprete de conferências e um intérprete do cinema, ou um intérprete que toca ao piano uma peça de Schumann – cada um, ao seu modo, dando nova voz à obra e às ideias de outra pessoa.” 

Você pode assistir ao documentário no YouTube, basta procurar por European Commission interpreters 1968.
  • Chegamos à terceira rodada de vídeos da nossa série especial em comemoração ao Mês do Tradutor e do Intérprete! 🎧✨

E a pergunta continua ressoando alto por aqui: por que amamos tanto essa profissão?

Nosso terceiro grupo de associados compartilha sentimentos e os motivos que fazem o olho brilhar a cada novo evento.

Aperte o play, inspire-se com esses depoimentos e conte pra gente nos comentários: qual foi o momento na cabine que fez você ter certeza do seu amor pela profissão?

#intérprete #vidadeintérprete #apic
A infância é marcada pelo desejo constante de descobrir como as coisas funcionam, de fazer perguntas sem medo (e sem parar!) e de se encantar com o novo a todo instante. 

Na cabine de interpretação, essa chama nunca se apaga.

#APIC #MêsDasCrianças #VidaDeIntérprete #InterpretaçãoDeConferências
A infância é marcada pelo desejo constante de descobrir como as coisas funcionam, de fazer perguntas sem medo (e sem parar!) e de se encantar com o novo a todo instante. Na cabine de interpretação, essa chama nunca se apaga. #APIC #MêsDasCrianças #VidaDeIntérprete #InterpretaçãoDeConferências
1 dia ago
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1/9
Uma descoberta recente confirmou o que a intuição e a prática já nos mostravam: escrever à mão ativa conexões neurais muito mais complexas e benéficas para o cérebro do que digitar.

Estudos conduzidos por pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega (NTNU) revelaram que o ato de deslizar a caneta pelo papel aciona padrões de conectividade neural em larga escala. Quando escrevemos, o cérebro integra áreas visuais, motoras e de memória de forma simultânea. Essa sinfonia de impulsos elétricos não apenas consolida o aprendizado, mas atua diretamente na saúde mental e na regulação emocional.

Abaixo estão os principais motivos pelos quais a escrita é vital para a mente:

O movimento sensório-motor fino necessário para desenhar cada letra individualmente exige atenção do cérebro. Diferente da digitação — que envolve um toque mecânico e repetitivo em teclas idênticas —, a escrita à mão cria traços de memória únicos, estimulando a neuroplasticidade.

O ritmo da caneta é naturalmente mais lento do que a velocidade dos nossos pensamentos ou do teclado. Essa "desaceleração forçada" acalma o sistema nervoso, permitindo que a mente processe sentimentos complexos e elabore ideias caóticas com maior clareza.

Trocar o ambiente digital pelo papel oferece uma pausa imediata do estímulo constante das telas, notificações e luz azul. Esse momento de presença tátil atua como uma âncora de mindfulness, reduzindo a ansiedade e o estresse.

A conectividade cerebral gerada ao escrever à mão prepara a mente para reter informações por mais tempo e resolver problemas com maior criatividade, funcionando como um exercício ativo de fortalecimento cognitivo.

Enquanto a digitação serve para a agilidade e a produtividade no trabalho, a escrita à mão continua sendo o caminho mais eficiente para a introspecção, a aprendizagem profunda e o equilíbrio mental.

fonte: https://oglobo.globo.com/
Uma descoberta recente confirmou o que a intuição e a prática já nos mostravam: escrever à mão ativa conexões neurais muito mais complexas e benéficas para o cérebro do que digitar. Estudos conduzidos por pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega (NTNU) revelaram que o ato de deslizar a caneta pelo papel aciona padrões de conectividade neural em larga escala. Quando escrevemos, o cérebro integra áreas visuais, motoras e de memória de forma simultânea. Essa sinfonia de impulsos elétricos não apenas consolida o aprendizado, mas atua diretamente na saúde mental e na regulação emocional. Abaixo estão os principais motivos pelos quais a escrita é vital para a mente: O movimento sensório-motor fino necessário para desenhar cada letra individualmente exige atenção do cérebro. Diferente da digitação — que envolve um toque mecânico e repetitivo em teclas idênticas —, a escrita à mão cria traços de memória únicos, estimulando a neuroplasticidade. O ritmo da caneta é naturalmente mais lento do que a velocidade dos nossos pensamentos ou do teclado. Essa "desaceleração forçada" acalma o sistema nervoso, permitindo que a mente processe sentimentos complexos e elabore ideias caóticas com maior clareza. Trocar o ambiente digital pelo papel oferece uma pausa imediata do estímulo constante das telas, notificações e luz azul. Esse momento de presença tátil atua como uma âncora de mindfulness, reduzindo a ansiedade e o estresse. A conectividade cerebral gerada ao escrever à mão prepara a mente para reter informações por mais tempo e resolver problemas com maior criatividade, funcionando como um exercício ativo de fortalecimento cognitivo. Enquanto a digitação serve para a agilidade e a produtividade no trabalho, a escrita à mão continua sendo o caminho mais eficiente para a introspecção, a aprendizagem profunda e o equilíbrio mental. fonte: https://oglobo.globo.com/
4 dias ago
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2/9
O papel de um intérprete é crucial em diversas situações, facilitando a comunicação entre pessoas que falam línguas diferentes. No entanto, quando essa responsabilidade recai sobre os filhos de pais imigrantes, a situação se torna complexa e delicada. Muitas vezes, as crianças se veem em uma posição adulta, tendo que lidar com assuntos sérios e complexos que ultrapassam sua compreensão e a maturidade. (Lembra quando a gente divulgou o documentário “Translators” por aqui? Trata desse tema e está disponível no YouTube).

A infância é uma fase delicada e crucial na vida de qualquer indivíduo. Nesse período, há constante desenvolvimento físico, emocional e cognitivo, com absorção de informações e experiências que vão determinar a personalidade e visão de mundo.

Quando uma criança atua como intérprete em situações que envolvem temas sensíveis, o peso dessa responsabilidade pode ser ainda maior. A exposição a situações traumáticas ou perturbadoras pode ter um impacto significativo na saúde mental e bem-estar emocional da criança-intérprete.

É importante que a criança se sinta segura e amparada, e que tenha espaço para expressar suas emoções e dúvidas.

Além disso, é essencial que os adultos envolvidos tenham consciência do impacto que a interpretação pode ter na vida da criança e busquem alternativas para protegê-la.

O impacto emocional e psicológico

- O peso da responsabilidade pela comunicação da família pode gerar estresse e ansiedade nas crianças.

- Assuntos como saúde, finanças e questões jurídicas podem ser complexos e difíceis de entender, mesmo para adultos. As crianças podem ter dificuldade em processar essas informações e transmiti-las de forma precisa.

- A necessidade de atuar como intérprete pode limitar a participação da criança em atividades sociais e escolares, pois ela precisa estar sempre disponível para ajudar a família.

- Os filhos podem se sentir divididos entre os pais e os outros membros da família, buscando equilibrar as necessidades de todos.

- O estresse e a ansiedade causados por essa situação podem levar a problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade.

- A sobrecarga de responsabilidades pode afetar o desempenho escolar.
O papel de um intérprete é crucial em diversas situações, facilitando a comunicação entre pessoas que falam línguas diferentes. No entanto, quando essa responsabilidade recai sobre os filhos de pais imigrantes, a situação se torna complexa e delicada. Muitas vezes, as crianças se veem em uma posição adulta, tendo que lidar com assuntos sérios e complexos que ultrapassam sua compreensão e a maturidade. (Lembra quando a gente divulgou o documentário “Translators” por aqui? Trata desse tema e está disponível no YouTube). A infância é uma fase delicada e crucial na vida de qualquer indivíduo. Nesse período, há constante desenvolvimento físico, emocional e cognitivo, com absorção de informações e experiências que vão determinar a personalidade e visão de mundo. Quando uma criança atua como intérprete em situações que envolvem temas sensíveis, o peso dessa responsabilidade pode ser ainda maior. A exposição a situações traumáticas ou perturbadoras pode ter um impacto significativo na saúde mental e bem-estar emocional da criança-intérprete. É importante que a criança se sinta segura e amparada, e que tenha espaço para expressar suas emoções e dúvidas. Além disso, é essencial que os adultos envolvidos tenham consciência do impacto que a interpretação pode ter na vida da criança e busquem alternativas para protegê-la. O impacto emocional e psicológico - O peso da responsabilidade pela comunicação da família pode gerar estresse e ansiedade nas crianças. - Assuntos como saúde, finanças e questões jurídicas podem ser complexos e difíceis de entender, mesmo para adultos. As crianças podem ter dificuldade em processar essas informações e transmiti-las de forma precisa. - A necessidade de atuar como intérprete pode limitar a participação da criança em atividades sociais e escolares, pois ela precisa estar sempre disponível para ajudar a família. - Os filhos podem se sentir divididos entre os pais e os outros membros da família, buscando equilibrar as necessidades de todos. - O estresse e a ansiedade causados por essa situação podem levar a problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade. - A sobrecarga de responsabilidades pode afetar o desempenho escolar.
6 dias ago
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3/9
Como explicar a mágica da nossa profissão para os pequenos? 

No Mês das Crianças, a gente parou para pensar: se você tivesse que explicar o que faz um intérprete de conferência para uma criança, como seria? E mais: como você apresentaria esse universo para despertar o encanto de quem está descobrindo o mundo?

Poderíamos dizer que ser intérprete é quase como ter um superpoder de camaleão! 

É a chance de viajar por muitos lugares, conhecer pessoas do mundo inteiro e, o mais fascinante de tudo, "brincar" de ter dezenas de profissões diferentes:

- Num dia, você veste a mente de um médico e ajuda a salvar vidas ao conectar grandes cientistas.

- No outro, vira um engenheiro descobrindo como se constroem pontes e foguetes.

- Na semana seguinte, é a voz de um atleta campeão, de um escritor famoso ou até de um chef de cozinha!

Ser intérprete é viver com a curiosidade de uma criança para sempre, descobrindo como o mundo funciona por dentro a cada novo evento. Será que tem algum pequeno por aí que, ao ver esse "superpoder" em ação, também já sonhou em subir na cabine quando crescer?

#Interpretação #Intérprete #ProfissãoIntérprete 
Como explicar a mágica da nossa profissão para os pequenos?  No Mês das Crianças, a gente parou para pensar: se você tivesse que explicar o que faz um intérprete de conferência para uma criança, como seria? E mais: como você apresentaria esse universo para despertar o encanto de quem está descobrindo o mundo? Poderíamos dizer que ser intérprete é quase como ter um superpoder de camaleão!  É a chance de viajar por muitos lugares, conhecer pessoas do mundo inteiro e, o mais fascinante de tudo, "brincar" de ter dezenas de profissões diferentes: - Num dia, você veste a mente de um médico e ajuda a salvar vidas ao conectar grandes cientistas. - No outro, vira um engenheiro descobrindo como se constroem pontes e foguetes. - Na semana seguinte, é a voz de um atleta campeão, de um escritor famoso ou até de um chef de cozinha! Ser intérprete é viver com a curiosidade de uma criança para sempre, descobrindo como o mundo funciona por dentro a cada novo evento. Será que tem algum pequeno por aí que, ao ver esse "superpoder" em ação, também já sonhou em subir na cabine quando crescer? #Interpretação #Intérprete #ProfissãoIntérprete 
1 semana ago
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Hoje, 30 de setembro, é o Dia do Tradutor e Intérprete e também dia da nossa última sequência de vídeos para esta celebração! Entre a preparação de glossários, a correria dos bastidores e a concentração absoluta no microfone, existe uma fagulha que nunca se apaga. Amamos ser intérpretes porque o nosso trabalho vai além de traduzir palavras: nós viabilizamos o encontro, a empatia e o avanço da sociedade em tempo real. Neste mês do Tradutor e Intérprete, celebramos: - A emoção de testemunhar a história sendo escrita e as ideias sendo compartilhadas ao vivo. - A paixão por uma rotina onde nenhum dia é igual ao outro e o aprendizado é constante. - O orgulho de saber que, por trás de cada grande acordo, conferência ou descoberta, existe a nossa voz garantindo que todos se compreendam. - A força da APIC e de cada colega que divide a cabine, o café e os desafios da nossa jornada. Aos nossos associados, parceiros e colegas de profissão: obrigado por darem voz a esse sentimento todos os dias! 💙 #APIC #MêsDoIntérprete #PorQueAmamosSerIntérpretes
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A jornada na cabine exige estudo incansável, concentração absoluta e um controle emocional à prova de surpresas. Mas há momentos em que todo esse esforço se traduz em algo simples e inestimável: a gratidão genuína de quem nos ouve. Neste penúltimo episódio da nossa série, falamos sobre um dos lados mais gratificantes da nossa caminhada. Amamos ser intérpretes porque o reconhecimento pelo nosso trabalho nos lembra, todos os dias, de que o nosso papel é transformador. #APIC #InterpretaçãoDeConferências #MêsDoTradutorEIntérprete #IntérpretesDeConferência
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Chegamos ao quarto episódio da nossa série especial e constatamos que a vida de intérprete de conferências é movida por uma paixão profunda: o privilégio de conectar mundos. Neste Mês do Tradutor e do Intérprete, celebramos a nossa trajetória e o orgulho enorme de fazer parte desta profissão. Deixe o seu relato nos comentários e celebre essa paixão com a gente! 👇
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No mês em que celebramos o Dia do Intérprete, nada melhor do que nos vermos na tela! A dica de hoje vem da querida Beatriz Velloso, que selecionou um documentário fundamental para quem ama a arte e a ciência da tradução simultânea. 

“Um intérprete fumando dentro da cabine, enquanto traduz: foi essa a cena que mais me chamou a atenção neste maravilhoso curta-metragem de 1968 sobre o trabalho dos colegas de profissão na Comissão Europeia.

Este filme de 18 minutos é um documento histórico sobre o nosso ofício, e sobre um tempo muito diferente do atual. Um tempo em que as cabines tinham cinzeiros, em que a C.I. (central do intérprete) era quase do tamanho de um painel de carro, em que as roupas eram bem mais coloridas – e os cabelos tinham bem mais laquê. Um tempo em que a edição das cenas seguia uma cadência mais calma e profunda do que os cortes vertiginosos das redes sociais.

Que interessante ver, no meio desse documentário com jeitão experimental, os clipes dos intérpretes pioneiros, interpretando em Nuremberg o julgamento dos líderes nazistas, nos idos de 1945.

Que gostoso ouvir aquela polifonia de vozes e idiomas que faz qualquer intérprete profissional se sentir em casa.

Que elegância ver o design das luminárias vermelhas dentro da cabine, ou das famosas cadeiras da Série 7, projetadas pelo dinamarquês Arne Jacobsen, trazendo beleza para a sisuda sala de conferências.

Que divertido ver as legendas automáticas do YouTube tentando, em vão, acompanhar a constante troca entre francês, inglês, alemão, holandês, italiano – e fazendo uma lambança danada.

Que premonitório ver diplomatas discutindo, já naquela época, a possibilidade da tradução por máquina.

E que linda a metáfora entre um intérprete de conferências e um intérprete do cinema, ou um intérprete que toca ao piano uma peça de Schumann – cada um, ao seu modo, dando nova voz à obra e às ideias de outra pessoa.” 

Você pode assistir ao documentário no YouTube, basta procurar por European Commission interpreters 1968.
No mês em que celebramos o Dia do Intérprete, nada melhor do que nos vermos na tela! A dica de hoje vem da querida Beatriz Velloso, que selecionou um documentário fundamental para quem ama a arte e a ciência da tradução simultânea. “Um intérprete fumando dentro da cabine, enquanto traduz: foi essa a cena que mais me chamou a atenção neste maravilhoso curta-metragem de 1968 sobre o trabalho dos colegas de profissão na Comissão Europeia. Este filme de 18 minutos é um documento histórico sobre o nosso ofício, e sobre um tempo muito diferente do atual. Um tempo em que as cabines tinham cinzeiros, em que a C.I. (central do intérprete) era quase do tamanho de um painel de carro, em que as roupas eram bem mais coloridas – e os cabelos tinham bem mais laquê. Um tempo em que a edição das cenas seguia uma cadência mais calma e profunda do que os cortes vertiginosos das redes sociais. Que interessante ver, no meio desse documentário com jeitão experimental, os clipes dos intérpretes pioneiros, interpretando em Nuremberg o julgamento dos líderes nazistas, nos idos de 1945. Que gostoso ouvir aquela polifonia de vozes e idiomas que faz qualquer intérprete profissional se sentir em casa. Que elegância ver o design das luminárias vermelhas dentro da cabine, ou das famosas cadeiras da Série 7, projetadas pelo dinamarquês Arne Jacobsen, trazendo beleza para a sisuda sala de conferências. Que divertido ver as legendas automáticas do YouTube tentando, em vão, acompanhar a constante troca entre francês, inglês, alemão, holandês, italiano – e fazendo uma lambança danada. Que premonitório ver diplomatas discutindo, já naquela época, a possibilidade da tradução por máquina. E que linda a metáfora entre um intérprete de conferências e um intérprete do cinema, ou um intérprete que toca ao piano uma peça de Schumann – cada um, ao seu modo, dando nova voz à obra e às ideias de outra pessoa.” Você pode assistir ao documentário no YouTube, basta procurar por European Commission interpreters 1968.
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Chegamos à terceira rodada de vídeos da nossa série especial em comemoração ao Mês do Tradutor e do Intérprete! 🎧✨ E a pergunta continua ressoando alto por aqui: por que amamos tanto essa profissão? Nosso terceiro grupo de associados compartilha sentimentos e os motivos que fazem o olho brilhar a cada novo evento. Aperte o play, inspire-se com esses depoimentos e conte pra gente nos comentários: qual foi o momento na cabine que fez você ter certeza do seu amor pela profissão? #intérprete #vidadeintérprete #apic
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