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Interpretação que conecta pessoas

O intérprete de conferência permite que as pessoas de diferentes idiomas se comuniquem de forma clara e eficiente em congressos, reuniões, eventos e negociações.

Na APIC, os profissionais associados seguem elevados padrões de qualidade, ética e aperfeiçoamento contínuo, oferecendo segurança e excelência em cada interpretação.

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Na última segunda-feira, foi aberta, na Biblioteca Nacional de Brasília, a exposição “1 Julgamento, 4 Línguas – Os pioneiros da interpretação simultânea em Nuremberg”, que marca os 80 anos do Julgamento de Nuremberg, um marco histórico tanto para a justiça internacional quanto para a consolidação dos direitos humanos. A exposição é realizada em parceria entre […]

A Declaração apresenta orientações e posicionamentos sobre a aplicação da Inteligência Artificial no área da interpretação de conferências, esclarece seu status atual e reafirma o protagonismo do intérprete humano. O documento também traz recomendações direcionadas aos clientes e reafirma o compromisso dos intérpretes da APIC.

Neste mês de abril tomou posse a nova diretoria da APIC para o biênio 2025-2026: Presidente: Marsel de Souza 1º Vice Presidente: Tiago Coimbra 2ª Vice Presidente: Simone Troula 1º Secretário: Daniel Veloso 2ª Secretária: Alicia de Choc Asseo Tesoureira: Marília Aranha A coincidência deste primeiro ano da nova gestão com o 80º aniversário do […]

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Intérpretes de Conferência

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Associação Profissional de Intérpretes de Conferência.
  • O mercado de interpretação mudou de ritmo, e navegar entre períodos de calmaria e momentos de altíssima demanda é um dos maiores desafios da nossa rotina. Neste texto reflexivo e generoso, nossa colega Denise Bobadilha compartilha suas percepções sobre resiliência, gestão de carreira e preparação para os novos ciclos da profissão.

“Sou intérprete há mais de 10 anos. Durante boa parte desse tempo, dava para ler as estações do mercado. A gente sabia quando vinha a temporada de congressos (a “alta temporada”), quando o telefone silenciava, quando dava para tirar férias em janeiro ou fazer um curso em julho sem culpa. Havia um calendário que guiava o nosso ano.

Só que esse calendário anda bagunçado. O mercado de interpretação de hoje se parece com o clima de um planeta em transformação, em que os extremos viraram rotina. Passamos semanas de seca, com uma diária ou duas, de olho no celular e na caixa de email e checando com colegas se o problema está comigo. Aí vem a enchente: três clientes no mesmo dia, propostas que se sobrepõem, e aquela sensação incômoda de que recusar trabalho é desperdiçar a única chuva do ano.

Confesso uma coisa: a enchente me tira mais o sono do que a seca. Aprendi a atravessar os meses magros com alguma calma – antes da interpretação, tenho uma vida de jornalista autônoma com perrengues parecidos. Dizer não em meio à abundância continua difícil, porque uma parte de mim já pergunta quando vem a próxima.

O que tenho feito lembra bastante o que faz quem vive da terra. Alimentar um reservatório, uma reserva financeira que atravesse os meses secos; diversificar a lavoura com palestras, oficinas, formação continuada, frentes que se sustentam entre si quando uma delas esfria; e colher depressa enquanto chove, sem confundir a abundância de um mês com a média do ano.

É a boa e velha resiliência: a capacidade de um sistema de absorver choques sem perder sua função. Vale para ecossistemas em tempos de mudança climática e para o trabalho em tempos de transformação profunda.

Não dá para escolher o clima nem mesmo segurar sua mudança. Mas dá para se preparar.

E vocês, colegas, também sentem essa alternância?”
  • Sabe aquele momento mágico na cabine em que a metáfora perfeita encaixa em fração de segundo, a estrutura da frase flui com elegância natural e até o tom de voz acompanha com precisão impecável a intenção do palestrante?

Interpretar sob pressão exige anos de estudo, vocabulário afiado e muita agilidade mental. Então, quando a solução ideal surge de forma brilhante e irretocável ao vivo, a gente merece sim essa autocomplacência discreta antes de passar o microfone para o colega de cabine!

#VidaDeIntérprete #InterpreterMEME
  • O mercado de interpretação de conferências é dinâmico, desafiador e repleto de espaço para profissionais talentosos, dedicados e preparados.

Lidamos frequentemente com autoridades, temas de altíssima relevância e palcos de destaque. Com isso, é fácil deixar o ego inflar e a vaidade assumir o controle. No entanto, fazer uma autoanálise constante e manter a humildade é o que sustenta nossa trajetória a longo prazo. O foco deve estar sempre no papel fundamental: servir como ponte para que a comunicação aconteça.

Na cabine — e fora dela —, a verdadeira prosperidade vem da colaboração. 

Quando um colega conquista um grande cliente, lidera uma conferência internacional ou alcança um novo marco na carreira, toda a categoria ganha visibilidade e valorização.

O sucesso de quem trabalha ao seu lado não divide oportunidades; ele multiplica referências, eleva o padrão do mercado e abre caminhos para todos nós.

Celebrar as conquistas dos pares é cultivar um ecossistema mais saudável, ético e acolhedor. Afinal, a nossa profissão se constrói em parceria: com a dupla na cabine, no apoio técnico e na construção diária do respeito pela nossa voz.
  • Quem nunca passou por isso que atire o primeiro dicionário! 😅 E é claro que você lembra 5 minutos depois quando ninguém mais está interessado. 

A gente domina a terminologia médica de alta complexidade, o jargão do mercado financeiro e os termos jurídicos mais áridos... Mas basta alguém perguntar em uma conversa informal como se diz "gaveta", "coador" ou "maçaneta" que o cérebro trava!

A mente do intérprete processa os idiomas em alta velocidade e com foco total no contexto da cabine. Fora dela, o famoso "deu branco" para o vocabulário mais simples e cotidiano é quase um selo de pertencimento à profissão!

Quem mais aí já travou numa palavra super simples? Conta pra gente nos comentários qual foi o "branco" mais engraçado que você já teve! 👇

#VidaDeIntérprete #MemeInterpreter
  • Complete a frase nos comentários:

Eu sou intérprete e é claro que…

Vale confissão de cabine, mania profissional ou aquela situação que só outro intérprete vai entender. 

#APIC #IntérpreteDeConferência #InterpretaçãoDeConferência #InterpretarÉHumano
  • O que você vê na cabine é apenas metade da história!

Para quem acompanha um evento de fora, o trabalho do intérprete de conferências parece começar e terminar quando o microfone é ligado e depois desligado. Mas a verdade é que a interpretação ao vivo representa cerca de 50% da nossa jornada de trabalho.

A outra metade acontece nos bastidores, em uma rotina intensa de preparação, gestão e desenvolvimento profissional contínuo.

Confira o que preenche os nossos dias fora da cabine:

Estudo e preparação minuciosa: horas (ou dias!) dedicadas à pesquisa de glossários, leitura de artigos técnicos e estudo aprofundado dos temas de cada palestra antes de entrar no evento.

Administração comercial e atendimento: responder e-mails, analisar demandas, elaborar e enviar orçamentos detalhados para os clientes, preparar contratos e acompanhar os pedidos recebidos.

Alinhamento estratégico: reuniões online e telefonemas com clientes e organizadores para definir logística, verificar materiais de estudo e entender as particularidades do projeto.

Presença digital: atualização constante de site, portfólio e redes sociais para compartilhar conhecimento e manter a visibilidade do mercado.

Networking e eventos: participação em encontros do setor, congressos e eventos para fortalecer parcerias, trocar experiências com colegas e acompanhar as tendências da profissão.

Aprimoramento contínuo: cursos de atualização e leitura constante para manter a agilidade mental e o vocabulário afiados.

Ser intérprete de conferências é equilibrar o alto desempenho técnico na cabine com a gestão completa de uma carreira autônoma de excelência! 

#APIC #InterpretaçãoDeConferências #VidaDeIntérprete #BastidoresDaCabine
  • Para quem trabalha garantindo que a comunicação aconteça em todas as suas formas, a história de Haben Girma é uma leitura transformadora e indispensável.

Primeira pessoa surdocega a se formar na Faculdade de Direito de Harvard, Haben é advogada, ativista dos direitos das pessoas com deficiência e  defensora da acessibilidade universal.

Nesta tocante autobiografia, ela compartilha sua trajetória de superação, e mostra que a curiosidade, a empatia e a tecnologia de assistência podem construir pontes onde antes existiam muros.

Uma obra essencial para expandir sobre o significado de dar voz e acesso a todas as pessoas! 

Já conhecia a história de Haben Girma? Salve o post para colocar na sua lista de leituras! 👇
  • Nem toda língua se ouve. Toda língua se interpreta.

A APIC e a AIIC Brasil convidam para o primeiro encontro do ciclo de palestras online sobre interpretação em línguas de sinais, uma iniciativa para aproximar intérpretes de línguas orais e de línguas de sinais e fortalecer a interpretação de conferência em todas as suas modalidades.

Convidados: Santiago Hanza e Marcelo Amorim
Data: 20 de outubro de 2026 (terça-feira), às 19h
Interpretação simultânea: Libras <> português e português <> inglês

Inscrições pelo QR code da imagem.
Esperamos vocês!
  • Você já falou com seu filho, sobrinho, afilhado sobre isso? Alguma criança não surda que você conhece já viu um intérprete de Libras trabalhando e perguntou o que ele estava fazendo? 

Apresentar esse profissional para todas as crianças é uma forma de educar as novas gerações, desde cedo, sobre a importância de respeitar, acolher e oferecer a todas as pessoas a possibilidade de se comunicar. Além disso, é também uma forma de apresentar uma nova língua e uma possível profissão para o futuro. Crianças são muito curiosas. Caso sejam apresentadas à libras desde cedo, pode surgir nelas a vontade de aprender essa língua também!

A presença de um intérprete de Libras nos serviços públicos é essencial para garantir a acessibilidade, inclusão, pertencimento, equidade e respeito a todos os cidadãos. A Libras (língua brasileira de sinais) é a principal forma de comunicação utilizada por pessoas surdas, e sua presença nos serviços públicos é fundamental para que esses indivíduos possam ter acesso a informações e serviços de maneira igualitária. Além disso, a presença do intérprete de Libras promove a inclusão social, permitindo que as pessoas surdas se sintam parte integrante da sociedade e tenham suas necessidades atendidas de forma adequada. 

Assim, a presença do intérprete de Libras nos serviços públicos demonstra o compromisso do Estado em promover a equidade e garantir que todos os cidadãos sejam tratados com respeito e dignidade.

#Libras #LÍNGUADESINAIS #IntérpreteLibras #IntérpreteLínguaDeSinais
O mercado de interpretação mudou de ritmo, e navegar entre períodos de calmaria e momentos de altíssima demanda é um dos maiores desafios da nossa rotina. Neste texto reflexivo e generoso, nossa colega Denise Bobadilha compartilha suas percepções sobre resiliência, gestão de carreira e preparação para os novos ciclos da profissão.

“Sou intérprete há mais de 10 anos. Durante boa parte desse tempo, dava para ler as estações do mercado. A gente sabia quando vinha a temporada de congressos (a “alta temporada”), quando o telefone silenciava, quando dava para tirar férias em janeiro ou fazer um curso em julho sem culpa. Havia um calendário que guiava o nosso ano.

Só que esse calendário anda bagunçado. O mercado de interpretação de hoje se parece com o clima de um planeta em transformação, em que os extremos viraram rotina. Passamos semanas de seca, com uma diária ou duas, de olho no celular e na caixa de email e checando com colegas se o problema está comigo. Aí vem a enchente: três clientes no mesmo dia, propostas que se sobrepõem, e aquela sensação incômoda de que recusar trabalho é desperdiçar a única chuva do ano.

Confesso uma coisa: a enchente me tira mais o sono do que a seca. Aprendi a atravessar os meses magros com alguma calma – antes da interpretação, tenho uma vida de jornalista autônoma com perrengues parecidos. Dizer não em meio à abundância continua difícil, porque uma parte de mim já pergunta quando vem a próxima.

O que tenho feito lembra bastante o que faz quem vive da terra. Alimentar um reservatório, uma reserva financeira que atravesse os meses secos; diversificar a lavoura com palestras, oficinas, formação continuada, frentes que se sustentam entre si quando uma delas esfria; e colher depressa enquanto chove, sem confundir a abundância de um mês com a média do ano.

É a boa e velha resiliência: a capacidade de um sistema de absorver choques sem perder sua função. Vale para ecossistemas em tempos de mudança climática e para o trabalho em tempos de transformação profunda.

Não dá para escolher o clima nem mesmo segurar sua mudança. Mas dá para se preparar.

E vocês, colegas, também sentem essa alternância?”
O mercado de interpretação mudou de ritmo, e navegar entre períodos de calmaria e momentos de altíssima demanda é um dos maiores desafios da nossa rotina. Neste texto reflexivo e generoso, nossa colega Denise Bobadilha compartilha suas percepções sobre resiliência, gestão de carreira e preparação para os novos ciclos da profissão. “Sou intérprete há mais de 10 anos. Durante boa parte desse tempo, dava para ler as estações do mercado. A gente sabia quando vinha a temporada de congressos (a “alta temporada”), quando o telefone silenciava, quando dava para tirar férias em janeiro ou fazer um curso em julho sem culpa. Havia um calendário que guiava o nosso ano. Só que esse calendário anda bagunçado. O mercado de interpretação de hoje se parece com o clima de um planeta em transformação, em que os extremos viraram rotina. Passamos semanas de seca, com uma diária ou duas, de olho no celular e na caixa de email e checando com colegas se o problema está comigo. Aí vem a enchente: três clientes no mesmo dia, propostas que se sobrepõem, e aquela sensação incômoda de que recusar trabalho é desperdiçar a única chuva do ano. Confesso uma coisa: a enchente me tira mais o sono do que a seca. Aprendi a atravessar os meses magros com alguma calma – antes da interpretação, tenho uma vida de jornalista autônoma com perrengues parecidos. Dizer não em meio à abundância continua difícil, porque uma parte de mim já pergunta quando vem a próxima. O que tenho feito lembra bastante o que faz quem vive da terra. Alimentar um reservatório, uma reserva financeira que atravesse os meses secos; diversificar a lavoura com palestras, oficinas, formação continuada, frentes que se sustentam entre si quando uma delas esfria; e colher depressa enquanto chove, sem confundir a abundância de um mês com a média do ano. É a boa e velha resiliência: a capacidade de um sistema de absorver choques sem perder sua função. Vale para ecossistemas em tempos de mudança climática e para o trabalho em tempos de transformação profunda. Não dá para escolher o clima nem mesmo segurar sua mudança. Mas dá para se preparar. E vocês, colegas, também sentem essa alternância?”
15 horas ago
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1/9
Sabe aquele momento mágico na cabine em que a metáfora perfeita encaixa em fração de segundo, a estrutura da frase flui com elegância natural e até o tom de voz acompanha com precisão impecável a intenção do palestrante?

Interpretar sob pressão exige anos de estudo, vocabulário afiado e muita agilidade mental. Então, quando a solução ideal surge de forma brilhante e irretocável ao vivo, a gente merece sim essa autocomplacência discreta antes de passar o microfone para o colega de cabine!

#VidaDeIntérprete #InterpreterMEME
Sabe aquele momento mágico na cabine em que a metáfora perfeita encaixa em fração de segundo, a estrutura da frase flui com elegância natural e até o tom de voz acompanha com precisão impecável a intenção do palestrante? Interpretar sob pressão exige anos de estudo, vocabulário afiado e muita agilidade mental. Então, quando a solução ideal surge de forma brilhante e irretocável ao vivo, a gente merece sim essa autocomplacência discreta antes de passar o microfone para o colega de cabine! #VidaDeIntérprete #InterpreterMEME
3 dias ago
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O mercado de interpretação de conferências é dinâmico, desafiador e repleto de espaço para profissionais talentosos, dedicados e preparados.

Lidamos frequentemente com autoridades, temas de altíssima relevância e palcos de destaque. Com isso, é fácil deixar o ego inflar e a vaidade assumir o controle. No entanto, fazer uma autoanálise constante e manter a humildade é o que sustenta nossa trajetória a longo prazo. O foco deve estar sempre no papel fundamental: servir como ponte para que a comunicação aconteça.

Na cabine — e fora dela —, a verdadeira prosperidade vem da colaboração. 

Quando um colega conquista um grande cliente, lidera uma conferência internacional ou alcança um novo marco na carreira, toda a categoria ganha visibilidade e valorização.

O sucesso de quem trabalha ao seu lado não divide oportunidades; ele multiplica referências, eleva o padrão do mercado e abre caminhos para todos nós.

Celebrar as conquistas dos pares é cultivar um ecossistema mais saudável, ético e acolhedor. Afinal, a nossa profissão se constrói em parceria: com a dupla na cabine, no apoio técnico e na construção diária do respeito pela nossa voz.
O mercado de interpretação de conferências é dinâmico, desafiador e repleto de espaço para profissionais talentosos, dedicados e preparados. Lidamos frequentemente com autoridades, temas de altíssima relevância e palcos de destaque. Com isso, é fácil deixar o ego inflar e a vaidade assumir o controle. No entanto, fazer uma autoanálise constante e manter a humildade é o que sustenta nossa trajetória a longo prazo. O foco deve estar sempre no papel fundamental: servir como ponte para que a comunicação aconteça. Na cabine — e fora dela —, a verdadeira prosperidade vem da colaboração. Quando um colega conquista um grande cliente, lidera uma conferência internacional ou alcança um novo marco na carreira, toda a categoria ganha visibilidade e valorização. O sucesso de quem trabalha ao seu lado não divide oportunidades; ele multiplica referências, eleva o padrão do mercado e abre caminhos para todos nós. Celebrar as conquistas dos pares é cultivar um ecossistema mais saudável, ético e acolhedor. Afinal, a nossa profissão se constrói em parceria: com a dupla na cabine, no apoio técnico e na construção diária do respeito pela nossa voz.
5 dias ago
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Quem nunca passou por isso que atire o primeiro dicionário! 😅 E é claro que você lembra 5 minutos depois quando ninguém mais está interessado. 

A gente domina a terminologia médica de alta complexidade, o jargão do mercado financeiro e os termos jurídicos mais áridos... Mas basta alguém perguntar em uma conversa informal como se diz "gaveta", "coador" ou "maçaneta" que o cérebro trava!

A mente do intérprete processa os idiomas em alta velocidade e com foco total no contexto da cabine. Fora dela, o famoso "deu branco" para o vocabulário mais simples e cotidiano é quase um selo de pertencimento à profissão!

Quem mais aí já travou numa palavra super simples? Conta pra gente nos comentários qual foi o "branco" mais engraçado que você já teve! 👇

#VidaDeIntérprete #MemeInterpreter
Quem nunca passou por isso que atire o primeiro dicionário! 😅 E é claro que você lembra 5 minutos depois quando ninguém mais está interessado. A gente domina a terminologia médica de alta complexidade, o jargão do mercado financeiro e os termos jurídicos mais áridos... Mas basta alguém perguntar em uma conversa informal como se diz "gaveta", "coador" ou "maçaneta" que o cérebro trava! A mente do intérprete processa os idiomas em alta velocidade e com foco total no contexto da cabine. Fora dela, o famoso "deu branco" para o vocabulário mais simples e cotidiano é quase um selo de pertencimento à profissão! Quem mais aí já travou numa palavra super simples? Conta pra gente nos comentários qual foi o "branco" mais engraçado que você já teve! 👇 #VidaDeIntérprete #MemeInterpreter
1 semana ago
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Complete a frase nos comentários:

Eu sou intérprete e é claro que…

Vale confissão de cabine, mania profissional ou aquela situação que só outro intérprete vai entender. 

#APIC #IntérpreteDeConferência #InterpretaçãoDeConferência #InterpretarÉHumano
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Eu sou intérprete e é claro que…

Vale confissão de cabine, mania profissional ou aquela situação que só outro intérprete vai entender. 

#APIC #IntérpreteDeConferência #InterpretaçãoDeConferência #InterpretarÉHumano
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Vale confissão de cabine, mania profissional ou aquela situação que só outro intérprete vai entender. 

#APIC #IntérpreteDeConferência #InterpretaçãoDeConferência #InterpretarÉHumano
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Vale confissão de cabine, mania profissional ou aquela situação que só outro intérprete vai entender. 

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Vale confissão de cabine, mania profissional ou aquela situação que só outro intérprete vai entender. 

#APIC #IntérpreteDeConferência #InterpretaçãoDeConferência #InterpretarÉHumano
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Vale confissão de cabine, mania profissional ou aquela situação que só outro intérprete vai entender. 

#APIC #IntérpreteDeConferência #InterpretaçãoDeConferência #InterpretarÉHumano
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Vale confissão de cabine, mania profissional ou aquela situação que só outro intérprete vai entender. 

#APIC #IntérpreteDeConferência #InterpretaçãoDeConferência #InterpretarÉHumano
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Vale confissão de cabine, mania profissional ou aquela situação que só outro intérprete vai entender. 

#APIC #IntérpreteDeConferência #InterpretaçãoDeConferência #InterpretarÉHumano
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1 semana ago
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5/9
O que você vê na cabine é apenas metade da história!

Para quem acompanha um evento de fora, o trabalho do intérprete de conferências parece começar e terminar quando o microfone é ligado e depois desligado. Mas a verdade é que a interpretação ao vivo representa cerca de 50% da nossa jornada de trabalho.

A outra metade acontece nos bastidores, em uma rotina intensa de preparação, gestão e desenvolvimento profissional contínuo.

Confira o que preenche os nossos dias fora da cabine:

Estudo e preparação minuciosa: horas (ou dias!) dedicadas à pesquisa de glossários, leitura de artigos técnicos e estudo aprofundado dos temas de cada palestra antes de entrar no evento.

Administração comercial e atendimento: responder e-mails, analisar demandas, elaborar e enviar orçamentos detalhados para os clientes, preparar contratos e acompanhar os pedidos recebidos.

Alinhamento estratégico: reuniões online e telefonemas com clientes e organizadores para definir logística, verificar materiais de estudo e entender as particularidades do projeto.

Presença digital: atualização constante de site, portfólio e redes sociais para compartilhar conhecimento e manter a visibilidade do mercado.

Networking e eventos: participação em encontros do setor, congressos e eventos para fortalecer parcerias, trocar experiências com colegas e acompanhar as tendências da profissão.

Aprimoramento contínuo: cursos de atualização e leitura constante para manter a agilidade mental e o vocabulário afiados.

Ser intérprete de conferências é equilibrar o alto desempenho técnico na cabine com a gestão completa de uma carreira autônoma de excelência! 

#APIC #InterpretaçãoDeConferências #VidaDeIntérprete #BastidoresDaCabine
O que você vê na cabine é apenas metade da história! Para quem acompanha um evento de fora, o trabalho do intérprete de conferências parece começar e terminar quando o microfone é ligado e depois desligado. Mas a verdade é que a interpretação ao vivo representa cerca de 50% da nossa jornada de trabalho. A outra metade acontece nos bastidores, em uma rotina intensa de preparação, gestão e desenvolvimento profissional contínuo. Confira o que preenche os nossos dias fora da cabine: Estudo e preparação minuciosa: horas (ou dias!) dedicadas à pesquisa de glossários, leitura de artigos técnicos e estudo aprofundado dos temas de cada palestra antes de entrar no evento. Administração comercial e atendimento: responder e-mails, analisar demandas, elaborar e enviar orçamentos detalhados para os clientes, preparar contratos e acompanhar os pedidos recebidos. Alinhamento estratégico: reuniões online e telefonemas com clientes e organizadores para definir logística, verificar materiais de estudo e entender as particularidades do projeto. Presença digital: atualização constante de site, portfólio e redes sociais para compartilhar conhecimento e manter a visibilidade do mercado. Networking e eventos: participação em encontros do setor, congressos e eventos para fortalecer parcerias, trocar experiências com colegas e acompanhar as tendências da profissão. Aprimoramento contínuo: cursos de atualização e leitura constante para manter a agilidade mental e o vocabulário afiados. Ser intérprete de conferências é equilibrar o alto desempenho técnico na cabine com a gestão completa de uma carreira autônoma de excelência! #APIC #InterpretaçãoDeConferências #VidaDeIntérprete #BastidoresDaCabine
2 semanas ago
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6/9
Para quem trabalha garantindo que a comunicação aconteça em todas as suas formas, a história de Haben Girma é uma leitura transformadora e indispensável.

Primeira pessoa surdocega a se formar na Faculdade de Direito de Harvard, Haben é advogada, ativista dos direitos das pessoas com deficiência e  defensora da acessibilidade universal.

Nesta tocante autobiografia, ela compartilha sua trajetória de superação, e mostra que a curiosidade, a empatia e a tecnologia de assistência podem construir pontes onde antes existiam muros.

Uma obra essencial para expandir sobre o significado de dar voz e acesso a todas as pessoas! 

Já conhecia a história de Haben Girma? Salve o post para colocar na sua lista de leituras! 👇
Para quem trabalha garantindo que a comunicação aconteça em todas as suas formas, a história de Haben Girma é uma leitura transformadora e indispensável. Primeira pessoa surdocega a se formar na Faculdade de Direito de Harvard, Haben é advogada, ativista dos direitos das pessoas com deficiência e defensora da acessibilidade universal. Nesta tocante autobiografia, ela compartilha sua trajetória de superação, e mostra que a curiosidade, a empatia e a tecnologia de assistência podem construir pontes onde antes existiam muros. Uma obra essencial para expandir sobre o significado de dar voz e acesso a todas as pessoas! Já conhecia a história de Haben Girma? Salve o post para colocar na sua lista de leituras! 👇
2 semanas ago
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7/9
Nem toda língua se ouve. Toda língua se interpreta.

A APIC e a AIIC Brasil convidam para o primeiro encontro do ciclo de palestras online sobre interpretação em línguas de sinais, uma iniciativa para aproximar intérpretes de línguas orais e de línguas de sinais e fortalecer a interpretação de conferência em todas as suas modalidades.

Convidados: Santiago Hanza e Marcelo Amorim
Data: 20 de outubro de 2026 (terça-feira), às 19h
Interpretação simultânea: Libras <> português e português <> inglês

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Esperamos vocês!
Nem toda língua se ouve. Toda língua se interpreta. A APIC e a AIIC Brasil convidam para o primeiro encontro do ciclo de palestras online sobre interpretação em línguas de sinais, uma iniciativa para aproximar intérpretes de línguas orais e de línguas de sinais e fortalecer a interpretação de conferência em todas as suas modalidades. Convidados: Santiago Hanza e Marcelo Amorim Data: 20 de outubro de 2026 (terça-feira), às 19h Interpretação simultânea: Libras <> português e português <> inglês Inscrições pelo QR code da imagem. Esperamos vocês!
2 semanas ago
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8/9
Você já falou com seu filho, sobrinho, afilhado sobre isso? Alguma criança não surda que você conhece já viu um intérprete de Libras trabalhando e perguntou o que ele estava fazendo? 

Apresentar esse profissional para todas as crianças é uma forma de educar as novas gerações, desde cedo, sobre a importância de respeitar, acolher e oferecer a todas as pessoas a possibilidade de se comunicar. Além disso, é também uma forma de apresentar uma nova língua e uma possível profissão para o futuro. Crianças são muito curiosas. Caso sejam apresentadas à libras desde cedo, pode surgir nelas a vontade de aprender essa língua também!

A presença de um intérprete de Libras nos serviços públicos é essencial para garantir a acessibilidade, inclusão, pertencimento, equidade e respeito a todos os cidadãos. A Libras (língua brasileira de sinais) é a principal forma de comunicação utilizada por pessoas surdas, e sua presença nos serviços públicos é fundamental para que esses indivíduos possam ter acesso a informações e serviços de maneira igualitária. Além disso, a presença do intérprete de Libras promove a inclusão social, permitindo que as pessoas surdas se sintam parte integrante da sociedade e tenham suas necessidades atendidas de forma adequada. 

Assim, a presença do intérprete de Libras nos serviços públicos demonstra o compromisso do Estado em promover a equidade e garantir que todos os cidadãos sejam tratados com respeito e dignidade.

#Libras #LÍNGUADESINAIS #IntérpreteLibras #IntérpreteLínguaDeSinais
Você já falou com seu filho, sobrinho, afilhado sobre isso? Alguma criança não surda que você conhece já viu um intérprete de Libras trabalhando e perguntou o que ele estava fazendo? Apresentar esse profissional para todas as crianças é uma forma de educar as novas gerações, desde cedo, sobre a importância de respeitar, acolher e oferecer a todas as pessoas a possibilidade de se comunicar. Além disso, é também uma forma de apresentar uma nova língua e uma possível profissão para o futuro. Crianças são muito curiosas. Caso sejam apresentadas à libras desde cedo, pode surgir nelas a vontade de aprender essa língua também! A presença de um intérprete de Libras nos serviços públicos é essencial para garantir a acessibilidade, inclusão, pertencimento, equidade e respeito a todos os cidadãos. A Libras (língua brasileira de sinais) é a principal forma de comunicação utilizada por pessoas surdas, e sua presença nos serviços públicos é fundamental para que esses indivíduos possam ter acesso a informações e serviços de maneira igualitária. Além disso, a presença do intérprete de Libras promove a inclusão social, permitindo que as pessoas surdas se sintam parte integrante da sociedade e tenham suas necessidades atendidas de forma adequada. Assim, a presença do intérprete de Libras nos serviços públicos demonstra o compromisso do Estado em promover a equidade e garantir que todos os cidadãos sejam tratados com respeito e dignidade. #Libras #LÍNGUADESINAIS #IntérpreteLibras #IntérpreteLínguaDeSinais
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