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Em julho de 1971, oito intérpretes de São Paulo
reuniram-se para fundar a APIC - Associação Paulista de Intérpretes de
Conferência, nos moldes da Associação Internacional - AIIC - que então
já funcionava há 18 anos, com sede em Genebra.
A APIC nasceu da necessidade de reunir em um órgão
de classe os profissionais ativos no campo da interpretação simultânea
e consecutiva.
Ao longo de toda a sua existência a APIC, hoje
Associação Profissional de Intérpretes de Conferência, tem procurado
manter no mais alto nível a qualificação técnica e o desempenho
profissional de seus membros.
Todos os intérpretes APIC são profissionais liberais
autônomos, diretamente contratados pelos organizadores da conferência,
que poderão ainda contar com o auxílio de um intérprete-coordenador
APIC para assisti-los na composição da equipe.
Para ser aceito como membro efetivo ou
correspondente da APIC um intérprete precisa comprovar 200 dias de
trabalho na profissão e, no mínimo, três idiomas de trabalho.
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