A ética do intérprete

O intérprete de conferência que zela pela qualidade de seu trabalho e honra sua profissão segue os princípios do profissionalismo e da confidencialidade a que estão submetidos todos os intérpretes de conferência profissionais.

No geral, a ética profissional que rege  o trabalho do intérprete de conferência está baseada nos seguintes princípios:

  • Total e absoluto sigilo quanto a tudo aquilo que tenha tido conhecimento no exercício da sua profissão, seja em reuniões privadas ou conferências restritas.
  • Pontualidade, discrição de conduta e colaboração com o cliente durante o evento.
  • Aceitar somente trabalhos para os quais está suficientemente capacitado.
  • Não tirar proveito pessoal sobre informações confidenciais porventura obtidas no exercício da profissão.
  • Recusar qualquer emprego ou atividade que possa prejudicar a dignidade e a reputação  da profissão, ou impedir a observância do segredo profissional.
  • Recusar mais de um contrato para o mesmo período de tempo.
  • Zelar por boas condições de trabalho no que diz respeito à audibilidade, visibilidade e conforto, seguindo as normas técnicas elaboradas ou aprovadas pela Associação.
  • Recusar o exercício de quaisquer outras funções em conferências para as quais tenha sido contratado na qualidade de intérprete de conferência.

A  fim de zelar pela ética profissional de seus intérpretes afiliados, sejam eles membros efetivos, correspondentes e remidos, bem como  candidatos à admissão, a APIC  dispõe de seu Código de Ética, importante instrumento para orientar  a  conduta e proteger a  dignidade da profissão.