Classificação linguística

As línguas de trabalho de um intérprete membro-efetivo APIC são classificadas de acordo com a tabela abaixo.

Línguas Ativas

Língua A: A língua materna do intérprete ou outra língua em que o intérprete possui competência equivalente à de uma língua materna. Um intérprete pode ter duas línguas A, se for perfeitamente bilíngue, porém são casos raros.
Língua B: Uma língua adquirida na qual o intérprete trabalha a partir de uma ou mais de suas outras línguas, materna ou adquirida. O intérprete tem pleno comando da língua B, tanto no que se refere à compreensão quanto à expressão oral. De modo geral, considera-se a língua A como a principal língua ativa do intérprete e a língua B, como a língua secundária, na qual desenvolve um padrão muito satisfatório de desempenho após anos de estudo e prática. Um intérprete pode ter mais do que uma língua B.

Línguas passivas:

Língua C: Línguas C são aquelas línguas adquiridas que o intérprete compreende plenamente e a partir das quais interpreta para a língua A, e dependendo do caso, B.